Guias para beatmakers
Guias escritos para servir mesmo sem nunca usar o BeatRender: formatos, ajustes, metadados e formas de publicar.
- 0111 MIN DE LEITURA
Como fazer um vídeo de type beat
Formatos, resolução, loop, loudness, thumbnail e tags: o guia completo para transformar um type beat em vídeo do YouTube e depois tirar o 9:16.
- 0211 MIN DE LEITURA
Como publicar beats no BeatStars automaticamente
Prepare seus arquivos, preencha os metadados que fazem vender, cuide de licenças e capa, publique em lote e sincronize com YouTube e TikTok.
- 0312 MIN DE LEITURA
Onde vender seus beats: BeatStars, Airbit, TrakTrain ou loja própria
Comissões, repasses, licenças e dependência: o que realmente separa BeatStars, Airbit, TrakTrain e a sua própria loja — e a conta que decide.
- 0410 MIN DE LEITURA
Como subir vários beats no YouTube de uma vez
Prepare um lote, suba vários beats de uma vez, agende os lançamentos na hora certa e mantenha os metadados coerentes num catálogo inteiro.
- 0511 MIN DE LEITURA
Como subir seus beats: o que resolver antes de clicar
Formato de áudio, loudness, capa, metadados, direitos e samples: tudo o que se resolve antes de subir um beat, em qualquer plataforma.
- 069 MIN DE LEITURA
Modelos de título, descrição e tags
Um modelo de título, um bloco de descrição e uma lista de tags reutilizável a cada lançamento — e o método que evita reescrever tudo a cada envio.
- 0713 MIN DE LEITURA
Divulgar seus beats no TikTok e no YouTube Shorts
Onde cortar os trinta segundos, quais ajustes de exportação, o que escrever na legenda e onde o link de compra realmente mora: formato curto para beatmakers.
- 0817 MIN DE LEITURA
Montar um canal de type beat no YouTube
Nicho, identidade, playlists, thumbnails, Shorts, receita e analytics: como montar um canal de type beat que ainda esteja rodando daqui a um ano.
- 0915 MIN DE LEITURA
Licenças e preços de beats: o que você vende de verdade
MP3, WAV, trackout, ilimitada, exclusiva: o que cada nível realmente permite, como definir seus preços e o que o contrato precisa dizer em palavras simples.
- 1014 MIN DE LEITURA
Dividir um beat entre produtores
Quem tem o quê quando um beat é coproduzido: divisões usuais, repasses no BeatStars, receita do YouTube, samples e o acordo escrito que evita a briga.
- 1116 MIN DE LEITURA
Com que frequência publicar type beats
Com que frequência lançar, como montar um estoque de beats prontos, onde encaixar seus horários e como retomar um canal depois de um buraco sem estragá-lo.
- 1212 MIN DE LEITURA
Promover seus beats do BeatStars no YouTube
Onde colocar o link de compra, o que escrever nas duas linhas visíveis da descrição, para que serve o comentário fixado e como saber qual vídeo vendeu.
- 1314 MIN DE LEITURA
Conectar suas contas a uma ferramenta de publicação
Senha, OAuth ou extensão: o que uma ferramenta realmente obtém nas suas contas, o que ela não consegue fazer e como retirar o acesso.
- 1418 MIN DE LEITURA
Como fazer uma thumbnail de type beat que faz clicar
Desenhar para a miniatura do celular, três elementos e nunca quatro, quanto custa a foto do artista e o único número que diz se uma thumbnail funciona.
Por onde começar?
Se você ainda não publicou nada, comece pelo guia de envio: ele cobre o que vale em todas as plataformas — formato do master, capa, metadados, direitos — e evita refazer esse trabalho em cada lugar onde você publica. Siga com o guia de vídeo: no YouTube o vídeo é o formato de entrada, e todo o resto depende dele. Se você já publica mas o ritmo escapa, vá direto ao guia de frequência de publicação: é quase sempre ali que a constância se perde, e é a parte mais fácil de recuperar — o guia de publicação em lote assume depois a mecânica do envio. Se o seu catálogo existe e o problema é a venda, o guia do BeatStars trata dos metadados, das licenças e da sincronização entre plataformas. Se a escolha da plataforma ainda está em aberto — ou se você desconfia que está no lugar errado — o comparativo entre BeatStars, Airbit e TrakTrain trata do recebimento, dos contratos de licença e do que se perde ao mudar de casa. Se você reescreve seus títulos e descrições a cada lançamento, o guia de modelos é o que te faz ganhar tempo já na semana que vem. E se tudo isso já funciona mas ninguém te descobre, o guia sobre TikTok e Shorts trata da única superfície onde um canal sem público ainda é mostrado a desconhecidos. Por fim, se você publica com regularidade e mesmo assim o canal não decola, o guia do canal de YouTube trata do que os outros deixam de fora: o nicho, as playlists, a coerência das thumbnails, a receita e os números que se olha. E se a pergunta que resta é a do preço — quanto cobrar, o que cada nível permite, o que uma exclusividade leva de verdade — o guia de licenças e preços é aquele que se lê uma vez e se aplica depois ao catálogo inteiro. Se você produz em dupla, o guia sobre a divisão de um beat entre produtores retoma onde as licenças param: quem tem o quê, quem recebe e quem repassa, e o que precisa ficar escrito antes da sessão e não depois da primeira venda. E se os vídeos rodam mas a loja não acompanha, o guia sobre promover seus beats do BeatStars pelo YouTube trata do trajeto entre os dois: onde colocar o link de compra, o que os espectadores realmente veem de uma descrição, e como saber qual dos seus vídeos vendeu. E se o que te trava não é a produção mas a hora de plugar uma ferramenta nas suas contas, o guia sobre conectar suas contas trata do que cada mecanismo realmente entrega — senha, autorização oficial, extensão de navegador — e do lugar exato onde se retoma o acesso. E se os seus vídeos são mostrados mas não clicados, o guia da thumbnail de type beat trata da única imagem que decide o clique: o tamanho para o qual desenhá-la, os três elementos que ela carrega, quanto custa a foto do artista e como ler a taxa de cliques sem errar o culpado.
Estas páginas são escritas de propósito para servir sem o BeatRender: ajustes de exportação, modelos de título e descrição, cotas de API, escolha das janelas de publicação. O que pode ser automatizado é sinalizado como tal, mas o método manual vem sempre primeiro — é ele que te permite julgar se um resultado automático está certo, e retomar o controle no dia em que uma ferramenta te deixar na mão.